Pandemia e epidemias: coronavírus, gripe aviária e suína

gripe aviária e suína

A pandemia do COVID-19 está crescendo cada vez mais no Brasil. É a primeira vez em anos que um acontecimento dessa magnitude na área da saúde acontece no mundo. Ainda se sabe muito pouco sobre a doença, mas estudos constantes estão sendo feitos para obter mais informações. Enquanto isso, são feitas comparações com o coronavírus, gripe aviária e suína. As duas epidemias também atingiram o país.

Coronavírus

 

O coronavírus pode se manifestar de forma inofensiva, com sintomas de gripe. Logo, o infectado pode sentir uma febre que antecede tosse seca e, após dias, começar a ter falta de ar.

 

O principal grupo de risco do coronavírus são os idosos e pessoas com doenças pré-existentes, como diabetes, asma e doenças cardiovasculares. Esses grupos estão mais propensos a ficarem hospitalizados por conta do Codiv-19

Gripe aviária e suína

 

A gripe aviária (H5N1) é uma doença que é transmitida pelo contato de animais e via respiratória entre humanos, e está hospedada em aves. Seus sintomas variam de febre, dor no corpo, de cabeça, tosse seca, calafrios e dor de garganta.

 

A gripe suína (H1N1) tem os mesmos sintomas. Entretanto, ela está hospedada em porcos. Entre 2009 e 2010, houve 53.797 casos de gripe suína confirmados no Brasil, sendo uma das mais graves. O coronavírus, até a publicação deste blog, registrou mais de 14 mil casos em todo o país.

Epidemia X pandemia

 

A relação entre o coronavírus, gripe aviária e suína está na sua transmissão. Todas são extremamente contagiosas e com sintomas parecidos. Para isso, medidas protetivas são necessárias para que as chances de contaminação diminuam.

 

Contudo, o novo coronavírus é ainda mais preocupante que a gripe suína, epidemia que atingiu milhares de brasileiros, como dito anteriormente. Por isso, é importante que a população continue em quarentena para que o coronavírus seja contido e, assim, pare de causar mortes e infecções. Fique em casa e cumpra as regras estabelecidas pelo Ministério da Saúde. No aparecimento de qualquer sintoma diferente, consulte um profissional adequado.